"... Dizimando o rei, o réu sou euVitimando o réu, o rei sou eu
Cangaceiro febril da terra inteira, o erro é meu
Da mortalha a peixeira que usei
Cada prece iludida que preguei
Desbravando o meu peito sem fronteira
Agora eu sei ..."
As lembranças, quando vem, ainda me torturam ...
na verdade elas me rasgam, dão azia.
Não pelo o outro, mas pelo reconhecimento das minhas mazelas. Por escraxarem em letras GARRAFAIS toda a minha irracionalidade.
E eu crente que tava abafando ...
Sinto uma falta antiiiiiiiiiiga... e ai como ter paciência, como ter foco pra não repetir meus erros?
ai...
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