Um estudo reflexivo e cotidiano das armações, falcatruas e afins em que me meto.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Mato
"... Às vezes parece que a coisa empena E o perfume de açucena vira cinza de carvão Mas sou feito mato na beira do rio Não me esconda desafio E não me entrego nunca não" - Filha do mar, Mariene de Castro
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