Noite de cão,
escrevi cartas que não vou entregar,
explicando o desnecessário,
o inexplicável,
e acordei dolorida da surra mental.
Entretanto
o dia me trouxe reflexões e
ajudas invisíveis
(embora perceptíveis)
E dei o primeiro passo
rumo ao retorno da minha paz:
me perdoei.
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